Venho aqui mostrar a minha indignação perante tanto histerismo à volta dessa banda que dá pelo nome de Os Pontos Negros.Não que eles sejam maus, porque até se ouve, mas o que me transcende é a exaltação exacerbada da sua música. A meu ver não acrescentam grande coisa e não têm propriamente qualidades que cheguem para fazer jus a tanta publicidade, e da boa. Senão vejamos:
Começando pelo príncipio, o nome - Os Pontos Negros – não foi uma escolha propriamente feliz, não é meninos? Dizem eles que é para fazer o contraponto com as white stripes. Mas porquê? É que sabemos o que são pontos negros e são nojentos, inestéticos e espremem-se. É daquelas coisas que ninguém deseja, por isso, ao primeiro impacto ningém vai gostar!
A Música. São uma banda de rock, com guitarradas iradas e uma bateria bem presente, até com uns laivos de punk, mas a voz é muito fraquinha e não canta propriamente bem. Vai falando enquanto tentar acompanhar o ritmo da música. Dá a sensação que ainda não passaram de banda de garagem, ou de igreja neste caso específico! As letras não são nada de especial – rimar lili com ali e saber com perder não deixam de ser lugares comuns e fáceis! Já para não falar que sofrem um bocado do síndrome da- letra- grande- demais- para- a- música. Cantam em português, sim senhor, e dizem que esse é o segredo do sucesso.
São de Queluz e fazem questão de referir sempre isso. É assim tanto motivo de orgulho?
Enfim, ainda não percebi porque, de repente, se tornaram na esperança da música portuguesa, mas o facto é que são elogiados por todos os grande vultos da nossa praça. Será a força da igreja baptista a chegar de mansinho a todos os sectores da sociedade? Sim, porque como se não bastassem os Pontos Negros também já anda aí outro rapaz que dá pelo nome de Tiago Guillul que tem a mesma escola!
Será um plano maquiavélico para a igreja baptista tomar conta do mundo?